Arquivo de abril, 2010

HP compra a Palm

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HP e Palm

Hoje, dia 28/04, a Hewlett-Packard, nossa querida HP, anunciou a compra da Palm por US$ 1,2 bilhão.

A compra da Palm pela HP irá reforçar o mercado mobile da HP, e não ficaria surpreso se em um futuro próximo a HP lançasse no mercado devices para concorrer com aparelhos como iPhone ou outros com Android.

Agora, qual será a estratégia utilizada? A HP irá investir no PalmOs? Irá abraçar o Android, ou irá lançar algum novo sistema?

Palms… iPaqs… HP Jornadas… todos agora, dentro da mesma companhia. Antigos rivais, antigas brigas.

Em um mundo anterior ao Android e ao iPhone OS, quem não presenciou discussões fervorosas entre “Pocket Pcs”, liderados na época principalmente pelos iPaqs (da Compaq, e após a compra, pela HP) contra os Palms?

Em um mercado agora onde a discussão fica entre o iPhone OS e o Android, poderemos ter um terceiro gigante, formado de dois antigos grandes guerreiros, ressurgindo para uma luta épica.

É o que nós esperamos da HP.

SplatterHouse: Is in the House (Desculpe o trocadilho infame!)

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Olha os anos noventa ai gente! Depois de um aviso de nosso amigo lunático GusVin resolvi escrever mais esse post!

Esse jogo foi lançado para consoles, originalmente, para o obscuro (aqui em terrabrasilis) TG16/PC-Engine.

No Arcade ele já não era essas coisas e em sua versão caseira era um tímido jogo de “anda-e-bate” que trazia um clone do Jason de “Friday, the 13th”.

O gráfico da máscara que era perfeito, pelo menos na embalagem, deveria ser o bastante para vender o produto mas faltou, dentre outras coisas, muito mais sangue do que cidadão padrão da “década perdida” podia ver nos “joguinhos de video game” e então todos tinham que ser protegido pela censura!

Agora que os gráficos estão mas perto da realidade, eles devem ter tido que mudar o design da máscara e do Rick (não era Jason) para evitar as famosas “lawsuits” americanas. Resta ver se a Namco vai fazer uma pancadaria mais popular agora do que a que saiu anos atrás.

P.S.: Sim, eu sei que também saiu pra MD/Genesis, PC e outras consoles ainda mais obscuros do que o Turbografx, mas como eu disse foi no da NEC que ele chegou até nossa sala de estar. 

O porte do console da sega pouco acrescentou para a imagem/popularidade do jogo que teve em seu console de origem pela menos mais uma continuação.

P.S.2: O trailer é muito fraco, mais fica ai o link.

DLC WTF?

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No último post sobre DLCs eu comentei sobre o novo conteúdo disponível para aquele grande, e exclúsivo para PS3, jogo chamado Heavy Rain. Pois bem, comprei-o, por US$ 4.99, e durante 5 minutos pude jogar um novo capítulo deste drama virtual…
Peraí, como assim 5 minutos? O jogo tem tempo? Não! Ele é tão pequeno que literalmente é terminado em um espaço mínimo de tempo. Então comecei, finalmente, a perceber um padrão… Todos os dlcs, inclusive o Awakening, não valem a pena. O preço chega a ser um absurdo se compararmos com o jogo completo. É muito bom podermos jogar mais um pouco do título que gostamos tanto, mas se as produtoras não mudarem a estratégia e todos perceberem que estãu sendo enganados logo essa onda vai passar.

Macbooks Pro recebem upgrade: Core i5 e Core i7

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Macbook Pro, 17''

Finalmente a querida família de Macbooks Pro receberam o upgrade que mereciam!

A nova linha de processadores Intel, o Core i5 e Core i7 agora podem ser encontrados nos modelos do MacBook Pro, da Apple.

Além do upgrade no processador, as placas de vídeo também receberam um up, vamos as novidades:

Modelos de 13.3”:

Continuam com o Core2Duo.
Possuem 4GB de ram (antes, um dos modelos era com 2GB).
Bateria de 10h. (wow!)
Placa de Video NVIDIA Geforce 320M.

Modelos de 15.4”:
Opção entre o Core i5 (2.4ghz, 2.53ghz) e Core i7 (2.66ghz).
4GB de ram nas configurações default, sem personalização.
Bateria de 8/9 horas.

Duas videocards:
Intel HD Graphics + NVIDIA Geforce GT 330m com 256mb.

Modelos de 17”:
Core i5 (2.53ghz)
4GB ram
Bateria 8/9 horas.

Duas videocards:
Intel HD Graphics + NVIDIA Geforce GT 330m com 512mb.

Vale lembrar que todas as configurações acima são dos modelos default, sem customização, e já estão disponíveis na Apple Store Brasil.

Os preços vão de R$3.799,00 do modelo mais simples de 13.3” até R$8.199,00 para o modelo de 17”.

Finalmente hein!

Se os navegadores fossem mulheres…

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Mais uma da série “Se os navegadores fossem…”

God of War III – O Review

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A Terceira e final batalha de Kratos não desponta. Antes de continuar devo dizer que não joguei os capítulos anteriores até o fim, mas tenho uma boa noção dos jogos que inciaram a saga no PS2.

Dito isso vamos às notas…

Gráficos: 10

Sim, nota máxima. Não há uma falha sequer nessa obra de arte. Ao contrário de Heavy Rain onde o gráfico é excelente, mas o tearing enorme. GOW3 não tem sequer um “slow down” durante o clímax das batalhas. As texturas são impressionantes e o “frame rate” absurdamente fluído. Finalmente um jogo que chegou aos pés de Resident Evil 5.

Som: 9

A maior reclamação aqui é a economia da utilização da música tema. Uma peça de arte que ficou quase esquecida nesse último episódio. O som das lâminas “padrão” também ficou um pouco fraco, mas nada que desabone. O resto é todo muito bom, e não deixa muito  a desejar.

Jogabilidade: 8

Aqui tive que castigar, as fases de “Dodge” são terríveis (palavra utilizada somente para manter o nível do review e não usar a palavra M…). Ficar desviando de coisas com um guerreiro destruidor é simplesmente sem graça. Uma falha que sempre achei na serie são os buracos. O duplo pulo às vezes simplesmente não sai e cair no buraco é morte certa, numa situação onde tivesse funcionado o pulo normalmente seria ridiculamente fácil passar o obstáculo. Tem o lance da câmera não mexer, e nos extras é explicado que o jogo não seria tão bonito caso a câmera fosse “livre”… Não sei não…

Valor Agregado: 8

Terminei o jogo (dificuldade normal) em um dia jogando direto. Eu não sou um jogador habilidoso então acredito que o jogo será pequeno para alguém com talento. Os “challenges” e outros “modes” adicionam valor pós termino, mas em comparação com RE5 o Studio de Santa Monica tem muito que aprender com a Capcom. Os vídeos são bons e dão bastante “inside information” sobre a série, mas vender na PSN (por US$5!) mais um especial (fraco) que poderia agregar mais valor ao disco foi uma bola fora da Sony e mereceu um “Bonus Negativo” nessa nota.

Nota Final: 8,75

Excelente jogo, obrigatório para a seleta biblioteca de jogos exclusivos para PS3. As pequenas falhas que existem não comprometem, mas devem ser comentadas. Tenho certeza que sairão vários DLCs aproveitando o sucesso que o título já fez. Se for gratuito então melhor ainda.

Resumão de Review de DLCs – Parte 2

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Megaman 10 (PS3)

Sim, é um jogo completo eu sei, mas vou coloca-lo no resumão assim mesmo por que não há como fazer um review completo, afinal qual nota daria pros gráficos, pra música.

Megaman 10?? Não é o X…

Pra quem não conhece a história, lá vai: Em 2008 a Capcom viu que esse lance de distribuição digital já começava a dar frutos e viu que remakes de títulos clássicos também tinha caído nas graças dos Gamers (vide Bionic Commando Rearmed) e resolveu fazer o Megaman 9. Desenvolvido pela Init Creates (que fizeram a saga Megaman ZX pros portáteis da Big N) o lançamento desse “Retrogame” foi feito com toda a pompa e circunstância. Com gráficos e sons idênticos aos da era Nintendinho, até arte da capa e cartucho falso foram feitos para a festa. Isso foi no 9…

Agora sai o décimo jogo da série do “Blue Bomber”, no exato molde de seu antecessor, mas com uma grande diferença! Mortais poderão terminar o jogo.

A encarnação anterior foi, por algum motivo louco na cabeça de seus desenvolvedores, uma versão do filme protagonizado por Tom Cruise em versão 8-bits. Uma verdadeira missão impossível chegar ao fim.

Eles finalmente repensaram a estratégia e com o “Easy mode” fica possível terminar o jogo.

Vale a pena pelo valor nostálgico.

Mass Effect 2: Vários DLCs!

Firewalker Pack

Ainda não joguei, mas me pareceu um baita de um remendo pra agradar os fãs do “carrinho” que foi eliminado nessa versão. Mais detalhes assim que tiver terminado as 5 novas missões.

Alternate Appearance Pack

Por que? Eu pergunto, Por que? O que esta dando na cabeça desse pessoal para vender mudança de palheta de cores! É somente isso esse pacote é, ponto. Não fosse minha obrigação como Gamer compra-lo eu nunca teria gasto os 160 Bioware points, cerca de US$2,  nele. Não posso ser mais claro na afirmativa, não vale a pena.

Kasumi Stolen Memory

Deverá sair hoje um DLC, 560 bioware points (uns US$5), que trará um novo personagem e sua história. Quero ver ter tempo pra jogar tudo e ver como ela se integrará com o resto da história.

Em tempo: Enquanto escrevia este “post” resolvi “passar” na PSN e ver as novidades. Achei um conteúdo novo para Heavy Rain.

Por módicos US$ 4.99 num download de 907MB, Heavy Rain Chronicle One – The Taxidermist promete contar a história pregressa (antes dos acontecimentos do jogo principal) da jornalista Madison Paige. Um personagem que poderia ter sido mais bem aproveitada na trama agora terá a chance de ter uma história só pra ela. Vamos ver…

Apple Store no Brasil? Não no que depender de Jobs.

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A notícia já tem algum tempo (publicada no jornal O Globo do dia 15/03)…

Segundo Steve Jobs, o motivo seria os altos impostos de nosso país. Ah, impostos? Altos? haha. Estratosféricos, eu diria.

Créditos da nota e notícia para o jornal O Globo.

Créditos para a imagem da internet para o Blog do Iphone.

Resumão de Review de DLCs – Parte 1

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O Feridão foi bom para tirar o atraso dos games. A agenda tá apertada, muita coisa pra jogar, pouco tempo livre e a descoberta do iPhone (aguardem um review HONESTO da menina dos olhos do Titio Steve) anda me consumindo muitos minutos preciosos.

Mas vamos lá:

Dragon Age: Origins Awakening

Em uma palavra: Lamentável… Pelo preço, US$ 39.99, realmente não vale. É quase o preço do jogo inteiro, por um conteúdo pequeno e sem inspiração. O valor não incluiu nada para quem fez o “pre order”. Não é ruim de todo, tomar decisões como “Warden Commander” é legal o pior problema aqui foi o valor cobrado. Quem é fã, como eu sou, vai comprar de qualquer jeito, mas estejam avisados é pouco e caro.

Resident Evil 5: Desperate Escape

O segundo DLC de RE5 finalmente diz ao que veio. Ao contrário do lançado anteriormente (pelo menos na PSN o Desperate Escape saiu depois) este novo capítulo e insano. O combate é frenético e memorável. Não espere muitas novidades, o lugar e os inimigos são quase a mesma coisa de sempre, mas se fosse escolher entre esse e o “Lost in Nightmares”, o pesadelo não teria a menor chance.

God of War – Unearthing the legend

WTF? É, na véspera do lançamento de GOW3 a Sony me lança uma coleção de três vídeos curtos, pelo absurdo de US$4.99, no “pior” estilo Discovery Channel (com a apresentação do Ator que fez o Robocop e tudo mais). Eu não tinha jogado os outros até o fim e resolvi conferir. Vídeos que são instalados como “game” (provavelmente para evitar a pirataria) como uma interface pobre e conteúdo fraquíssimo. Passagens em Baixa Resolução dos jogos, a narração sem entusiasmo do “Murphy” e depoimentos sobre as lendas por “renomados” (provavelmente estagiários) estudiosos de várias faculdades americanas. Mais uma vez a maior reclamação aqui é o preço. Coisas como essas jamais deveriam ser vendidas. Se fizesse parte do GOW 3 seria perfeito.

iPad destravado!

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Ainda é cedo para vermos um iPad aqui no Brasil, já que o lançamento foi neste final de semana. Mas antes mesmo de completar 24h, ele já foi desbloqueado!

Segundo informações veículadas pelos sites mundo a fora, o iPad foi desbloqueado por um membro do iPhone Dev-Team chamado de MuscleNerd, o mesmo grupo que desbloqueou o celular da Apple.

O desbloqueio permite que sejam instalados aplicativos sem a necessidade da Apple Store.

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