Games

Reviews e comentários sobre Games para PC, videogames e dispositivos móveis.

Ask’s Game Reviews: Dragon Age II

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Sei que deixei muita coisa boa passar e jogos como Bionic Commando Rearmed 2 (PS3, que incrivelmente não tem previsão para ser lançando no PC), Dead Space 2(PC) e sua experiência multimídia (HQ, anime e etc.) dentre outros sem escrever uma linha se quer no blog, mas chega de falar do passado e vamos para as novidades.
(mais…)

Ask’s Games Reviews: Lara Croft and the Guardian of Light

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Eu fico sempre vendo as promoções no Steam em busca de algo interessante. Umas semanas atrás estava rolando o pré-lançamento do Lara Croft and the Guardian of Light. Por US$ 14.99 você comprava ele e levava o Tomb Raider: Legend, sei que o jogo de brinde é velho, mas é brinde.

Durante dias eu via a mesma propaganda e pensei:

- Vou ver qual é…

- Por Que não colocaram o nome padrão Tomb Raider dessa vez?

- O que será que mudou?

Pesquisei sobre o jogo e descobri: Mudou tudo! Vi que ele tinha co-op e era praticamente uma nova franquia. Totalmente diferente do passado.

Comprei-o… Ainda bem. O jogo é muito bom e jogando com duas pessoas fica espetacular.

Gráficos: 8

O jogo não prima por suas imagens, mesmo com micro poderoso e rodando em 1080p, meu lembrei muito dos gráficos do PS2, mas sinceramente isso não fez a menor diferença, pois ao que se propõe o que é apresentado já está o suficiente.

Som: 9

A minha nota padrão para jogos com boa música que ajudem a imersão mas que falhem na hora de criar uma memória auditiva (sabe aquele refrão que você escuta e não consegue tirar da cabeça?) é 8. Nesse caso também seria assim, mas o ponto extra foi por causa do efeito simples mas muito interessante que acontece com a música quando o jogador morre. Pode estar a maior batida que acontece um efeito de “Levantar a Agulha do Vinil” e fica muito bom, só escutando pra entender.

Jogabilidade: 10

É dez é o máximo que eu posso colocar… Que pena! O jogo deveria receber mais. Jogar sozinho é bom, o personagem é agil, tem muitos movimentos uteis. Uma sensação excelente de ter a ferramenta certa para cada trabalho.

Você raramente fica perdido. Apesar de ser fácil de seguir os caminhos eles colocaram MAPAS (leiam isso desenvolvedores MAPAS!) nas fases mais “complexas”.

Os “trials” podem ser feitos na primeira vez que se chega na fase, a máquina literalmente avisa “Faça isso para vencer o Trial” no momento que se chega no lugar certo.

Cada coisa feita, matar inimigos, explodir coisas são ao mesmo tempo trails e destravam itens novo como armas diferentes e mais poderosas. Nada é em vão só pra dizer que venceu o desafio e acabou.

Entretanto isso tudo é apenas o começo… Jogando co-op o jogo BRILHA! Eu nunca vi tanta cooperação num jogo antes. Não aquele lance de multi-player onde o outro jogador está lá mas não faz a menor diferença. Jogando juntos um realmente tem que ajudar o outro.

Explico: Existe uma armadilha onde o buraco e maior do que os dois podem pular. Um dos jogadores pode jogar uma lança na parede, mas como esse personagem é muito pesado somente o outro personagem pode passar. Chegando do outro lado ele arremessa uma corda para aquele que jogou a lança atravessar.

Parece meio complicado, mas depois fica natural e esse é somente uma das coisas que pode ser feita no co-op.

Vale ainda a pena mencionar que o jogo “sigle player” não o obriga a conviver com um personagem com Inteligência Artificial (ou seria Burice Artificial) controlado pelo computador que normalmente mais atrapalha do que ajuda. As coisas se modificam um pouco e é possivel fazer tudo sozinho.

Valor Agregado: 9

Co-op é tudo, muitos desafios, mas o dez ficou devendo o co-op online… Era prometido que seria online mas não aconteceu, segundo o produtores vai acontecer numa atualização em breve.

Se pensarmos que paguei 15 dólares por dois jogos, ter essa maravilha por 7,5 foi de graça. Infelizmente a promoção acabou no Steam, mas quem sabe volta… Mesmo que não aconteça a promoção esse preço está muito melhor do que o US$59,99 do Castlevania: Lords of Shadow.

Nota Final: 9

Que mais posso falar? Uma ótima surpresa que veio daquelas propagandas chatas que você é obrigado a ver na internet. Fora isso digo: Comprem logo o jogo e treinem pra jogar online.

Ask’s Games Reviews – Castlevania: Lords of Shadow

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Faz algum tempo que eu não faço um review, mas esse eu não podia deixar passar. Vou começar dizendo logo: O jogo é RUIM, ponto. Não é tão podre como aquele cujo nome eu não vou escrever aqui, mas não honra o nome da franquia que é uma das minhas favoritas. É uma receita de bolo:

Ingredientes:

  • 1Kg de God of War;
  • 200 gramas de Shadow of the Colossus;
  • uma colher de sopa de Golden Axe: Beast Rider;
  • uma pitada de Castlevania Old School.
Modo de Preparo:
  • Junte tudo e joga fora.

Ok, eu sei que todo mundo copia de tudo mundo e que “um doom clone” sempre será uma cópia, mas já que vai copiar pelo menos mantenha um foco. A coisa não é tão feia assim, mas sinceramente é bastante frustrante.

O pior de tudo é que aquela sensação “Super Mario 2″ do nintendinho.

Vou explicar: Nos idos da década de 80 a Nintendo lançou no ocidente o SMB2. O jogo era razoável, mas não era Mario. Na verdade não era mesmo. A Big N não tinha um jogo para manter o “hype” que o primeiro tinha causado, pegou um joguinho que nada tinha a ver com Mario, maquiou e pronto estava feito a nova versão. (O link da wikipedia conta melhor essa história).

Apesar de falarem que não foi assim com “Lords of Shadow”, de que o jogo foi demonstrado sem o título Castlevania para não ofuscar o anúncio do Castlevania: Judgment, eu não engoli essa não. A verdade deve ter sido que como o antigo produtor o IGA só vinha fazendo porcaria atrás de porcaria desde da sua obra de arte o Castlevania: SotN. A  Konami, que já não está muito bem das pernas com o fiasco que foi o MGS4 e a perda de fatia de mercado pro FIFA, foi as compras…

Um empresa chamada MercurySteam, conhecida por fazer o jogo… Qual mesmo?… Aquele… É… NENHUM jogo famoso, estava fazendo algo que tinha vampiros e lobisomens. Um gênio qualquer da Konami viu e pensou: É esse! Assim nasceu Castlevania: Lords of Shadow!

O iluminado que vislumbrou esse projeto não ficou só por ai, ele sabia que ninguém conhecia a empresa espanhola e se perguntou:

Como vamos dar credibilidade ao mercado que o jogo será bom?

Quem ainda tem algum nome de respeito na Konami?

Apesar da suas últimas criações no mundo dos games pareçam mais filmes do que jogos e sinceramente MGS4 foi uma porcaria, Hideo Kojima ainda inspira respeito.

Isso! – Exclamou o tal gênio, a gente coloca o logotipo na caixa e “tá” tudo certo!

Alguns vão dizer que eu não gostei por que mudou o estilo e coisa e tal, não é bem assim. Eu jogo a saga desde a sua primeira versão. Durante as décadas varias mudanças aconteceram (Inclusive o SotN que foi a maior de todas) algumas foram boas e outras ruins, mas sempre tinham a “cara” da saga. Sim, até os do N64 por piores que sejam, pareciam Castlevania.

Além disso eles avisaram que fariam um “Reboot”, ou seja, pode esquecer toda a história que você aprendeu a amar que agora vai começar tudo do zero. Tá certo… Como fã eu agüento, mas nem isso eles fizeram direito. Corroborando com a minha tese de que o jogo foi maquiado para ser Castlevania, eles colocaram umas coisas aqui e ali na história (apenas o texto e uma leitura feita pelo Capitão Picard do Star Trek: Nova Geração) que poderiam facilmente ter sido feitas depois do desenvolvimento pesado do jogo.

Essa leitura então foi uma das coisas que me irritou bastante com o jogo. Durante o loading (que é positivamente rápido e só acontece no inicio da fase) ele lê textos enormes que parecem que contam a história de outro jogo! Sempre falando sobre os sentimentos do personagem principal de uma maneira que durante o jogo mesmo mal conseguimos perceber… (a não ser na última cena “pós-créditos” no final do jogo, que deve ter sido a única coisa feita depois que o jogo se tornou Castlevania!)

Existem milhares de outras considerações que eu poderia fazer aqui, mas vamos logo para as notas:

Gráficos: 9,5

Sim, os cenários são simplesmente espetaculares! Se fosse um filme deveria ganhar o oscar de melhor fotografia facilmente!

Não há nada que se compare no momento com a qualidade da imagem desse jogo. As cenas parecem de filme, com os ângulos perfeitamente posicionados durante as “cut-scenes”. O meio ponto pra perfeição fica por conta da falta de cuidado que tiveram com os personagens secundários que quase parecem feitos para a geração passada.

Curiosidade: o demo que baixei antes de ter o jogo rodava em 1080p e parecia ter um framerate bem melhor que o produto final e sua resolução de 720p.

Som: 8

As músicas são boas sim, todas grandiosas com coro e tudo mais, entretanto agora enquanto escrevo esse review, nenhuma delas ficou na minha cabeça. Elas não tem personalidade, eu estou com a trilha que veio na edição limitada e mesmo o “Belmont’s Theme”  não tem nenhuma força.

Nota pra quem já jogou: Nem venha me falar da “caixinha de música”, pois esse argumento só aumenta a minha teoria! O jogo já estava pronto! e pensaram:

- E as músicas? Os fanáticos vão reclamar que não tem nenhuma das músicas!

- Coloca essa midi ai nesse “puzzle” que vai ficar todo mundo feliz!

Jogabilidade: 4

Coloquei quatro por que zero mesmo só aquele que está lá no link no começo do review! A Jogabilidade é terrível! Existem pelo menos cinco medidores que você tem prestar atenção: Life, Focus, Itens, Light e Dark Magic. A tela fica totalmente poluída! (Ah, mas God of War também tem várias barras! é mas não tem o focus!)

O personagem é extremamente fraco e tem que esquivar ou defender o tempo todo. Combate direto tipo o Kratos? Nem pensar.

Na dificuldade normal, aquela que vêm por padrão, poucas pancadas e “Game Over”. Então você tem que usar a mágica quase todo o tempo, mas a magia acaba rápido e para encher novamente só em alguns poucos “Santuários” (que por algum motivo idiota não recuperam tudo de uma vez e você tem que esperar pacientemente a restauração gradativa) ou fazendo a defesa perfeita. Só que não basta fazer a defesa perfeita, cada vez que você defende perfeitamente a barra de “foco” aumenta, quando ela está no máximo cada ataque com sucesso ao inimigo saem as “orbs” de restauração de magia, que devem ser absorvidas no meio do combate (deixando o seu personagem completamente parado pra levar pancada dos monstros), mas se alguma coisa te acertar você perde toda a barra de “foco” e tem que começar de novo!

Os puzzles são chatos e sem personalidade, as fases de plataforma as vezes simplesmente você não sabe pra onde ir. Mapa? Nem pensar! Enfim é quase um crime. Tenho certeza que se não tivesse o nome “Castlevania” nem teria me dado o trabalho de jogar isso.

Valor Agregado: 6

O jogo parece grande, mas na verdade ele é lento. O Chupacabras é um dos piores artificios para aumentar a duração do jogo que eu já vi. O desafios só aparecem DEPOIS que você termina a fase praticamente obrigando àqueles que querem fazer “100%” jogar tudo de novo. (O Lara Croft: Guardian of Light é tão melhor, mas isso fica pra outro review). Colocar extras como a bandana do snake e o Solid Eye só agravaram mais ainda o que venho dizendo sobre a maquiagem feita no jogo:

- Mas todos vão perguntar o que o Hideo Kojima fez no jogo afinal? – Diz o secretário do Gênio responsável pelo Projeto.

- Hmmm… Já sei! Coloca ai! “Quando o jogador terminar o jogo vai aparecer um menu extra com os itens do Solid Snake e assim todos vão fazer a ligação com o Metal Gear e seu criador! – responde ele.

- Genial chefe! Gênial! Eu vou colocar mais esse remendo na lista de pendências pro pessoal lá da “consultoria”.

Nota Final: 7

Eu sei que a soma das notas não daria 7, mas colocar 6,875 ficaria lamentável. Então você me pergunta:

- Você falou tão mal do jogo e deu 7 de nota final. Sete é uma boa nota!

Sim, o jogo é fraco pra ser um Castlevania, mas não é tão desprezível assim. Se não fosse o “selo” Castlevania eu provavelmente nem falaria sobre o jogo.

Por isso minha reclamação, um jogo razoável, de uma empresa desconhecida, que muda completamente o padrão do jogo e reinventa a história, recebe o título de uma franquia já consagrada pra poder aparecer. Que sensação de Deja Vú Konami….

Será que 2011 o ano das sequências?

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Eu sei que esse ano será o ano de StarCraft 2, a mais esperada continuação de todos os tempos e que apesar de RTS não ser o tipo de jogo que eu gosto, tenho que admitir que o visual está super caprichado (Ver as “cutscenes” numa 480GTX é espetacular!), mas nesses últimos dias percebi uma coisa curiosa, de quando em vez existem anos que são lançadas várias “sequels” de uma vez só…

Três jogos quem joguei muito em 2009 e 2010  devem receber suas versões 2.0 no ano que vem:

Dragon Age 2: Sobre esse eu não preciso falar muito, obviamente todos já ouviram sobre ele.

Bionic Commando Rearmed 2: Sobre esse cabem algumas palavras. Primeiro de tudo – HAHA! A GRIN, e seu logotipo terrível do sorriso, foram banidos do desenvolvimento da seqüência.

É bem verdade que o BCR foi cria deles e ficou fantástico, mas o Bionic Commando “de verdade” que seria o carro chefe da Capcom para trazer a franquia das cinzas foi um fiasco em todo e qualquer aspecto que um jogo pode ser. Não quero nem me lembrar disso tamanho o trauma. A segunda coisa que é digna de nota é que foi por muito acaso que eu vi noticias sobre ele. O Site do jogo já está no ar faz algum tempo e nenhuma grande publicação havia falado sobre ele com ênfase. Incrível como o jogo manchou o nome a franquia desse jeito.

Torchlight 2: Em tempos de espera, a Blizzard realmente tem deixado o fãs a ver navios com a falta de atualização do site, eu joguei o primeiro. O jogo é muito bom, tentei convencer vários amigos a comprá-lo e a primeira pergunta era:

- Tem Co-op?

- Não, não tem… – Respondia eu. E o pessoal acabava não comprando.

Eu nunca entendi por que eles não lançaram um patch para resolver isso, ou nem pensaram nisso em primeiro lugar, mas agora (como está escrito no trailer oficial) “eles ouviram”! E o segundo episódio desta recente franquia terá um modo online. Finalmente!

Golden Axe Owned! Finalmente!

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Golden Axe
Tinha que ter acontecido numa sexta-feira 13!

A despeito da minha paixão por vídeo games, eu nunca fui um exímio jogador. Nada que tenha feito foi particularmente espetacular.  Hoje de madrugada não foi uma exceção,  entretanto vou guardar esse dia na memória.

Com tantos DLCs novos saindo por ai, inclusive um do DragonAge que eu já comprei e não joguei até o fim ainda, eu vou falar do Golden Axe? É possível que se o caro leitor for muito novo talvez nem conheça o original desse clássico da era de ouro dos Arcades.

Muitos dizem que o jogo é fácil de terminar, mas o que eu queira não era simplesmente ver o final, que por sinal é “engraçadinho” embora pudessem ter levado a história um pouco mais a sério, eu queria era fazê-lo com uma “ficha” (Sim, na época do jogo ainda se usavam fichas nos “fliperamas”), na verdade com menos de uma ficha, queria chegar ao final sem perder nenhuma vida!

Como já disse habilidade no joystick não é o meu forte, mas como dizem na teoria sobre os macacos e o infinito, ontem aconteceu! Eu finalmente derrotei a máquina!

O Leitor me perguntará… E DAÍ?!?! O “post” não mereceria estar nos lunáticos simplesmente por esse fato! Só porque esse “lamer” terminou esse joguinho de criança ele vai postar isso no blog…

Pois bem, o motivo que me fez escrever essas “mal digitadas linhas” vem agora… Golden Axe, diferentemente dos jogos que lhe foram contemporâneos,  não trazia um “score” na tela principal. Só era possível saber quantos pontos o jogador tinha feito ao morrer ou fechar o jogo, numa tela que aparece por uns poucos segundos e é no mínimo confusa:

Qual é a minha pontuação? A “Class”? A Soma do Score? O a Força(Strength) ? No Twin Galaxies, um site que vem mantendo um banco de dados dos records de jogos eletrônicos em geral desde a década de 80, a “Força” tem sido considerado o score oficial.

Pois bem depois de completar o jogo minha “força” foi de 260.0, o que pra mim foi o máximo, mas aparentemente como vocês puderam ver na tela acima, que é o record oficial aceito no TG, foi muito baixo. Logo eu me perguntei: Como pode? O número de Inimigos é limitado… Eu não perdi nenhuma vida…

Entra em cena “A Internet”! A toda poderosa e me revela o segredo! Sabe-se lá como e quanto tempo demorou, mas alguém na rede desvendou o mistério do sistema de pontuação deste clássico. Em resumo pra que não quiser/puder assistir o vídeo, que eu recomendo muito, o cara fez uma formula matemática, que realmente funciona, e descobriu um “BUG” do “multi-mortes”, ou seja, se o jogador usar uma magia no momento que o inimigo morre, o inimigo morre “de novo” e o multiplicador de pontos cresce assustadoramente.

Achei sensacional continuar descobrindo coisas novas para um jogo tão antigo, ele fez 21 anos esse ano, e agora que eu pensei que minha jornada estava acabando… O que aconteceu hoje foi apenas, como diria Ben Kenobi, “o meu primeiro passo para um mundo maior”

A história dos consoles de video game! Surpreendente!

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The Insane Console History Video 2.0 do Elder-Geek em Vimeo.

Simplesmente fodástico, fantástico!!! hehehehe

É de fazer escorrer aquela lágrima de emoção nos saudosistas e amantes do video game!!!

E a trilha sonora dá um tom mais do que especial a essa obra de arte!!! Com certeza você reconhecerá algumas das músicas! =)

Essa montagem foi feita por Eliot Hagen do Elder-Geek!!! PARABÉNS Eliot, e OBRIGADO!!! =)

Por mais aficcionado e gamer apaixonado que você seja por essa maravilha que é o mundo dos video games, pode ter certeza, que o que você conheceu até hoje e achava que era muita coisa… era somente uma pontinha do iceberg!!! Afinal de contas são 23 minutos de consoles de video game!!! hehehe =)

O meu preferido é o Atari 2600, por causa de algo que me marcou muito na infância… um fato que está gravado na minha mémoria… foi quando roubaram o meu Atari!!! Tristeza sem tamanho! hehehehehe

Deixem seus comentários e compartilhem conosco o seu preferido… e suas histórias por trás dessa escolha!!! =P

Curtam o vídeo!!!

(Via Gizmodo via Elder-Geek)

Pré-venda do Kinect para Xbox 360

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Pessoal…

Acabo de receber um email da Microsoft me informando sobre o início da pré-venda do Kinect para o Xbox 360.

Segundo o email, o preço será de:

150 USD para o Kinect com o jogo Kinect Adventures.

300 USD para o novo Xbox 360 4GB + Kinect com Kinect Adventures.

Abaixo, o email que me foi enviado:

Email informando a pré-venda do Kinect

 

E agora Nintendo?!

DAO – Darkspawn Chronicles ou Finalmente Chegamos ao Fundo do Poço

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É… Estava eu no mundo da maça ontem, e resolvi entrar no portal da Bioware. Qual é foi a minha surpresa em ver que já estava disponível desde o dia 18/05/2010 a mais nova expansão de DAO.

Intitulado “Dragon Age: Origins – Darkspawn Chronicles“, prometia uma boa mudança na linha de jogo do espetacular RPG… Eu disse prometia!

Por US$5,00, quase 10 reais, o que você recebe é um mapa repetido, tudo se passa na já cansada Denerim, a possibilidade de jogar com os Darkspawns (que tirando o Shriek que é legal de jogar, o resto não tem nada de muito especial. Eles tem poucas, ou quase nenhuma, habilidades exclusivas), a possibilidade de matar o NPC da história principal,  história essa que é contada através de texto não existe narração (Até em  jogos “simples” com Torchlight tudo é falado).

Por “falar” em narração, não existem diálogos, ou qualquer interação com seus NPCS por assim dizer, e pra fechar a tampa os personagens não sobem de nível!

Coisas do tipo quests “mate tantos inocentes” ou “Achievements” no estilo “sobreviva até  o final” fazem também parte desse novo DLC que foi terminado em cerca de uma hora.

O preço, pelo menos nesse caso, não é muito caro, mas é lamentável que a Bioware não tenha contratado ninguem para pelo menos fazer um voz bacana pro ArchDemon ao invés de usar grunidos…

Nota Final: 4 (FAIL)

P.S.: A coisa mais importante da expansão foi ver que o nome oficial da Bioware para o cachorro é realmente Barkspawn.

SplatterHouse: Is in the House (Desculpe o trocadilho infame!)

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Olha os anos noventa ai gente! Depois de um aviso de nosso amigo lunático GusVin resolvi escrever mais esse post!

Esse jogo foi lançado para consoles, originalmente, para o obscuro (aqui em terrabrasilis) TG16/PC-Engine.

No Arcade ele já não era essas coisas e em sua versão caseira era um tímido jogo de “anda-e-bate” que trazia um clone do Jason de “Friday, the 13th”.

O gráfico da máscara que era perfeito, pelo menos na embalagem, deveria ser o bastante para vender o produto mas faltou, dentre outras coisas, muito mais sangue do que cidadão padrão da “década perdida” podia ver nos “joguinhos de video game” e então todos tinham que ser protegido pela censura!

Agora que os gráficos estão mas perto da realidade, eles devem ter tido que mudar o design da máscara e do Rick (não era Jason) para evitar as famosas “lawsuits” americanas. Resta ver se a Namco vai fazer uma pancadaria mais popular agora do que a que saiu anos atrás.

P.S.: Sim, eu sei que também saiu pra MD/Genesis, PC e outras consoles ainda mais obscuros do que o Turbografx, mas como eu disse foi no da NEC que ele chegou até nossa sala de estar. 

O porte do console da sega pouco acrescentou para a imagem/popularidade do jogo que teve em seu console de origem pela menos mais uma continuação.

P.S.2: O trailer é muito fraco, mais fica ai o link.

DLC WTF?

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No último post sobre DLCs eu comentei sobre o novo conteúdo disponível para aquele grande, e exclúsivo para PS3, jogo chamado Heavy Rain. Pois bem, comprei-o, por US$ 4.99, e durante 5 minutos pude jogar um novo capítulo deste drama virtual…
Peraí, como assim 5 minutos? O jogo tem tempo? Não! Ele é tão pequeno que literalmente é terminado em um espaço mínimo de tempo. Então comecei, finalmente, a perceber um padrão… Todos os dlcs, inclusive o Awakening, não valem a pena. O preço chega a ser um absurdo se compararmos com o jogo completo. É muito bom podermos jogar mais um pouco do título que gostamos tanto, mas se as produtoras não mudarem a estratégia e todos perceberem que estãu sendo enganados logo essa onda vai passar.

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