Sim, Ela chegou! (Eu sempre me refiro as minhas máquinas no feminino) e é muito boa! Estou devendo esse review faz algum tempo, mas eu queria passar mais tempo antes de falar bem ou mal da nova aquisição.
Será impossível para mim que eu não faça comparações com a minha máquina anterior, a G1s, então lá vai!
As especificações estão quase no limite da tecnologia atual (um i7, uma GeForce 260m, DDR3 e por ai vai), mas ainda assim é um notebook então um desktop por metade do preço fica muito mais forte do que ele. Dito isso, a máquina é FANTÁSTICA (escrever a outra palavra com F seria pouco polido para o nosso blog, mas seria isso mesmo).

Pros:

i7;
GeForce 260M GTX (MXM 3 da Asus);
Display Full HD, LED Backlit;
2 HDs de 320 GB;
Teclado Backlit;
Basicamente tudo que um Lunático poderia querer, a configuração é bem legal… agora vamos ao lado ruim da coisa…

Cons:
Display Full HD: Sim, tem uma resolução dessa ficará complicado em breve, pois para que os jogos usem a resolução nativa do display a máquina provavelmente não vai agüentar. Além disso, o ângulo de visão é muito ruim. Tanto o vertical quanto o horizontal. É necessário ajuste constante para uma bom visualização.

GeForce 260m GTX (MXM 3 da Asus): Como assim? Para quem não sabe o MXM foi um padrão inventado para que as placas de vídeo de notebook pudessem ser trocadas se fosse o caso… Mas onde que isso é ruim então? É ruim, pois a Asus tem seu próprio padrão MXM o que tornará a atualização na placa um bocado mais difícil no futuro…

Blu Ray: Como um micro desses não ao menos com um leitor de Blu Ray? A guerra dos formatos acabou, o BD venceu. Um erro que será solucionado em breve.

Localização das “Portas”: Ter USBs laterais sempre foi o meu sonho na época do G1s, mas como dizem por aí, cuidado com o que você sonha. Agora eu vejo o quanto era melhor que elas ficassem na parte traseira. Assim como todos os outros “ports” (HDMI, e-Sata, o super útil firewire) o único que ficou lá atrás (além da entrada da fonte) foi, curiosamente, o do cabo de rede, colado na entrada da fonte (o que me deixa curioso quanto a interferência de sinal que a transmissão de dados pode receber).

RAID 0: ou melhor dizendo, a sua falta. Quando eu vi que tinha 2 HDs, nem imaginei que não teria RAID 0, mas a verdade é essa e é o fator que mais pesa na hora de medir o WEI.

As teclas Multimídia: Sim, o G1s tem teclas dedicadas ( play, pause, etc…) que funcionam maravilhosamente bem com o WMP. O G51j até tem as “HotKeys”, que funcionam quando acionadas junto com a tecla “fn”, mas não é a mesma coisa.
Há muito o que falar sobre a máquina, mas o importante mesmo fica logo abaixo…