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Golden Axe Owned! Finalmente!

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Golden Axe
Tinha que ter acontecido numa sexta-feira 13!

A despeito da minha paixão por vídeo games, eu nunca fui um exímio jogador. Nada que tenha feito foi particularmente espetacular.  Hoje de madrugada não foi uma exceção,  entretanto vou guardar esse dia na memória.

Com tantos DLCs novos saindo por ai, inclusive um do DragonAge que eu já comprei e não joguei até o fim ainda, eu vou falar do Golden Axe? É possível que se o caro leitor for muito novo talvez nem conheça o original desse clássico da era de ouro dos Arcades.

Muitos dizem que o jogo é fácil de terminar, mas o que eu queira não era simplesmente ver o final, que por sinal é “engraçadinho” embora pudessem ter levado a história um pouco mais a sério, eu queria era fazê-lo com uma “ficha” (Sim, na época do jogo ainda se usavam fichas nos “fliperamas”), na verdade com menos de uma ficha, queria chegar ao final sem perder nenhuma vida!

Como já disse habilidade no joystick não é o meu forte, mas como dizem na teoria sobre os macacos e o infinito, ontem aconteceu! Eu finalmente derrotei a máquina!

O Leitor me perguntará… E DAÍ?!?! O “post” não mereceria estar nos lunáticos simplesmente por esse fato! Só porque esse “lamer” terminou esse joguinho de criança ele vai postar isso no blog…

Pois bem, o motivo que me fez escrever essas “mal digitadas linhas” vem agora… Golden Axe, diferentemente dos jogos que lhe foram contemporâneos,  não trazia um “score” na tela principal. Só era possível saber quantos pontos o jogador tinha feito ao morrer ou fechar o jogo, numa tela que aparece por uns poucos segundos e é no mínimo confusa:

Qual é a minha pontuação? A “Class”? A Soma do Score? O a Força(Strength) ? No Twin Galaxies, um site que vem mantendo um banco de dados dos records de jogos eletrônicos em geral desde a década de 80, a “Força” tem sido considerado o score oficial.

Pois bem depois de completar o jogo minha “força” foi de 260.0, o que pra mim foi o máximo, mas aparentemente como vocês puderam ver na tela acima, que é o record oficial aceito no TG, foi muito baixo. Logo eu me perguntei: Como pode? O número de Inimigos é limitado… Eu não perdi nenhuma vida…

Entra em cena “A Internet”! A toda poderosa e me revela o segredo! Sabe-se lá como e quanto tempo demorou, mas alguém na rede desvendou o mistério do sistema de pontuação deste clássico. Em resumo pra que não quiser/puder assistir o vídeo, que eu recomendo muito, o cara fez uma formula matemática, que realmente funciona, e descobriu um “BUG” do “multi-mortes”, ou seja, se o jogador usar uma magia no momento que o inimigo morre, o inimigo morre “de novo” e o multiplicador de pontos cresce assustadoramente.

Achei sensacional continuar descobrindo coisas novas para um jogo tão antigo, ele fez 21 anos esse ano, e agora que eu pensei que minha jornada estava acabando… O que aconteceu hoje foi apenas, como diria Ben Kenobi, “o meu primeiro passo para um mundo maior”

Resumão de Review de DLCs – Parte 1

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O Feridão foi bom para tirar o atraso dos games. A agenda tá apertada, muita coisa pra jogar, pouco tempo livre e a descoberta do iPhone (aguardem um review HONESTO da menina dos olhos do Titio Steve) anda me consumindo muitos minutos preciosos.

Mas vamos lá:

Dragon Age: Origins Awakening

Em uma palavra: Lamentável… Pelo preço, US$ 39.99, realmente não vale. É quase o preço do jogo inteiro, por um conteúdo pequeno e sem inspiração. O valor não incluiu nada para quem fez o “pre order”. Não é ruim de todo, tomar decisões como “Warden Commander” é legal o pior problema aqui foi o valor cobrado. Quem é fã, como eu sou, vai comprar de qualquer jeito, mas estejam avisados é pouco e caro.

Resident Evil 5: Desperate Escape

O segundo DLC de RE5 finalmente diz ao que veio. Ao contrário do lançado anteriormente (pelo menos na PSN o Desperate Escape saiu depois) este novo capítulo e insano. O combate é frenético e memorável. Não espere muitas novidades, o lugar e os inimigos são quase a mesma coisa de sempre, mas se fosse escolher entre esse e o “Lost in Nightmares”, o pesadelo não teria a menor chance.

God of War – Unearthing the legend

WTF? É, na véspera do lançamento de GOW3 a Sony me lança uma coleção de três vídeos curtos, pelo absurdo de US$4.99, no “pior” estilo Discovery Channel (com a apresentação do Ator que fez o Robocop e tudo mais). Eu não tinha jogado os outros até o fim e resolvi conferir. Vídeos que são instalados como “game” (provavelmente para evitar a pirataria) como uma interface pobre e conteúdo fraquíssimo. Passagens em Baixa Resolução dos jogos, a narração sem entusiasmo do “Murphy” e depoimentos sobre as lendas por “renomados” (provavelmente estagiários) estudiosos de várias faculdades americanas. Mais uma vez a maior reclamação aqui é o preço. Coisas como essas jamais deveriam ser vendidas. Se fizesse parte do GOW 3 seria perfeito.

Command & Conquer – EA disponibiliza como Freewares!

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Em breve será lançado mais um jogo da excelente franquia Command & Conquer, jogo consagrado de RTS (real-time strategy).

O lançamento será o Command & Conquer 4: Tiberian Twilight, dando sequência aos acontecimentos do C&C 3: Tiberian Wars.

E para dar um gás nos jogadores e relembrar as origens da série original (são duas: C&C e C&C Red Alert), a EA disponibilizou como Freeware os CDs dos 3 primeiros jogos das duas séries, são eles:

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C&C 1 – Command & Conquer: Tiberian Dawn

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C&C RA 1 – Command & Conquer: Red Alert (disco dos Aliados e disco dos Soviéticos!)

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C&C 2 – Command & Conquer: Tiberian Sun

Vale a pena o download, principalmente para quem não conhece a série. Para baixar os clássicos diretamente do site da EA, basta entrar no link:

http://www.commandandconquer.com/classic

Lá inclusive há um link explicando como fazer funcionar os jogos no Windows XP e outros Windows mais recentes e também, como jogar online.

Vida longa a Brotherhood of Nod!

The Tester: O reality show da PSN

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A Sony está tentando de todas as formas agregar maior valor a PSN (Playstation Network), de forma a enfrentar a superior em ofertas de serviços, a Xbox Live, da Microsoft.

Dia 18 de fevereiro, irá estrear na PSN o reality show “The Tester“, uma série de 8 episódios onde 11 gamers irão se enfrentar em uma série de desafios físicos e mentais, para ganhar o prêmio no final das contas. (Ah, já não bastava tantos comentários sobre BBB10 e Tessália no Twitter… outro reality show? haha).

O vencedor vai levar US$5.000,00 + um contrato como Game Tester do Playstation. É pouca grana e um excelente emprego (o prêmio do BBB10 é mais atrativo!).

Infelizmente não poderei acompanhar pois não tenho acesso a PSN, mas assim que o nosso Lunático Ask ler esse post, aposto que ele se prontifica a fazer um review do primeiro episódio. :-)

Só nos resta esperar e ver se será um sucesso.

Enquanto isso, vejam o trailer do Reality Show:

Meu Próximo Mouse

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Agora que meu G9 morreu (mesmo problema de mal contato que o MX 518 que veio com G1S) eu definitivamente desisti de Logitech. Na epóca do MX 518 eu tentei abrir só para descobrir que eu sou um lunático de “software” e não de hardware (foram molas pulando para todo o lado e nunca consegui fechar o bicho) tentei novamente com o G9 e deu no que deu! Agora eu passarei para “the next best thing” os Razer!
Behold the Razer Naga! Diablo 3 que se cuide!

Games e a Legislação Brasileira – Carta da Abragames

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A Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos) divulgou uma carta se manifestando contra o projeto de lei 170/06 do Senado, do senador Valdir Raupp (PMDB).

Já falamos sobre o assunto aqui (clique para ver o post com os detalhes do projeto de lei).

Leia a carta divulgada pela Abragames:

“Carta aberta à população brasileira sobre o PLS 170/06.

A Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames), como representante do setor de produção de jogos no Brasil, sente-se no dever cívico de protestar contra a potencial censura dos jogos digitais proposta pelo projeto 170/06, de autoria do excelentíssimo senhor Senador Valdir Raupp, do Estado de Rondônia, aprovado pela Comissão de Educação (CE) e encaminhado para votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal. Como publicado em 01 de Dezembro no sítio do Senado Federal e amplamente divulgado por veículos especializados no Brasil e no mundo, o projeto “torna crime a fabricação, importação ou distribuição dos jogos considerados ofensivos”.

Esta carta tenta esclarecer quatro pontos a respeito do projeto:

- primeiro, de que o discurso ignora a criação artística em jogos digitais, tratando-os de forma diferente de outras mídias, como por exemplo filmes, livros, música e emissões de televisão; segundo o Artigo 20 da Lei 7716, de 5 de janeiro de 1989, que o projeto propõe alterar, a prática de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional já é crime caso cometida por intermédio de meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza;

- segundo, parece-nos que, em função do julgamento das obras de arte em questão, o projeto pode ser contrário aos parágrafos IV, VIII e IX do Artigo 5º da Constituição Brasileira de 1988, que somam a indicar a liberdade de expressão, da manifestação do pensamento, da crença filosófica ou política e da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação; ou seja, há o risco de que o projeto abra margens para a prática de censura no País;

- terceiro, o projeto parece desconhecer ou crer insuficiente que jogos, assim como qualquer obra audiovisual publicada, já recebam no Brasil eficiente classificação indicativa, fornecida pelo Ministério da Justiça, por meio de seu Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação;

- quarto, o projeto é sobretudo ineficiente para o fim que propõe, pois parece desconhecer o mercado de jogos digitais no Brasil ao tentar tornar crime trabalhos que, em apenas seis por cento (6%) dos casos, segundo estimativas da própria Abragames, são atividades legais. Ou seja, estima-se que noventa e quatro por cento (94%) do comércio de jogos no Brasil já seja atividade ilegal, por se tratar de pirataria ou importação não registrada. Neste caso, o projeto tenderia a reduzir de seis por cento de a zero por cento a atividade legal para os jogos (correta ou incorretamente) julgados, o que na prática não reduziria o consumo de tais produtos no Pais, mas poderia aumentar o volume absoluto de produtos ilegais consumidos.

Em nome da Indústria Brasileira, afirmamos que o objetivo é de fato respeitar a Constituição e cada uma das Leis de nosso sistema regente. No entanto, é nosso receio que a má interpretação do texto em questão possa gerar censura. Vale lembrar que a simples divulgação de nota sobre o projeto pela imprensa internacional já dificulta a ação de exportação da Indústria Brasileira de Jogos Digitais, essencial para a manutenção de importantes empregos e geração de valores no País. Pelos argumentos listados, a Abragames solicita aos Senhoes Senadores, em especial aos senhores relatores do projeto na CCJ que não dêem suporte ao projeto. A comunidade de produtores de jogos entende que as atuais regras colocadas pela Lei 7716 de 1989 já são suficientes para evitar a discriminação ou reconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

Com agradecimentos, subscreve-se em nome da Abragames com muita consideração,

André Gustavo Gontijo Penha
Vice-presidente de Relações Públicas, Abragames.”

Games e a Legislação Brasileira

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A notícia pode ser antiga (G1 – 02/12/2009) e o projeto de lei mais ainda (2006), mas fiquei sabendo disso somente hoje, por outro Lunático! e resolvi averiguar…

Valdir Raupp Lembrem desse rosto, Valdir Raupp quer acabar com a forma com a qual jogamos videogames hoje.

Não sei nem por onde começar, tal “Projeto de Lei” em suas “numerosas” 5(!) páginas propõe fazer um estrago absurdo na maneira em que conhecemos o entretenimento digital atualmente.

A Alteração da redação do §2 do Art. 20 da Lei 7.716/89 deixa para livre interpretação o que seriam “videogames ofensivos”. Afinal será que o ofende você ofende a mim ? Quem será consultado ? Os juízes terão que analisar caso a caso uma vez que o sistema judicial brasileiro não é como o americano onde a jurisprudência é absoluta?

O mesmo parágrafo prevê uma pena de RECLUSÃO para àquele que incorrer na falta… Como comentar sobre isso? O fato de alguém ter um videogame em sua residência para uso pessoal, que não esteja diretamente atingindo ou prejudicando direitos fundamentais de terceiros (antes que falem que os pedófilos também podem usar essa desculpa, nem ousem a comparar jogos de videogame com pedofilia), essa pessoa poderá ser presa e passar de um a 3 anos na cadeia! Se eu estiver numa LAN House (§3) é pior ainda! A pena vai de 2 a 5 anos!

Se esse PL passar, espero que não comecem a fazer isso com programas de comédia, documentários, terei que ir ao Paraguai para jogar Assassin’s Creed II!

Agora vamos mandar muitos e-mails para a Blizzard para que Diablo III saia logo. Antes que me proíbam de jogá-lo…
Por via das dúvidas, como não quero ir pra cadeia, me cadastrei no site do senado e estou acompanhando o andamento da “matéria” e separando meus jogos, tirando os FIFAs da vida sobram poucos, para serem destruídos!

Games, Mídia e Aprendizado Tangencial: entendendo o papel dos jogos na cultura e na educação – Review do conteúdo abordado

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Acabo de voltar do bate-papo lá na FGV.

A palestra foi um sucesso., com cerca de 100 presentes em um ambiente bem descontraído.

Da esquerda para direita: Arthur Protasio, Guilherme Xavier, James Portnow (em pé) e Volker Grassmuck

Da esquerda para direita: Arthur Protasio, Guilherme Xavier, James Portnow (em pé) e Volker Grassmuck

Em breve, um breve resumo do conteúdo que foi abordado!

Aguardem!

Games, Mídia e Aprendizado Tangencial: entendendo o papel dos jogos na cultura e na educação

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Pessoal, li agora a pouco sobre uma palestra que acontecerá aqui no Rio de Janeiro referente a games e sua e influência na cultura e educação.

Achei o tema interessante, talvez apareça lá para conferir.

Para os interessados, segue abaixo o informativo retirado do site da FGV (Fundação Getúlio Vargas):

Informações retiradas do site da FGV:

O Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV Direito Rio realiza o debate internacional Games, Mídia e Aprendizado Tangencial: entendendo o papel dos jogos na cultura e na educação, no próximo dia 07 de dezembro, 19h, na sede da FGV (Praia de Botafogo, 190 – 8º andar).

O evento visa promover a disseminação do conhecimento e de pesquisas acadêmicas associadas à mídia dos jogos eletrônicos. Será abordado o conceito de aprendizado tangencial, segundo o qual os games podem estimular o aprendizado a partir do interesse despertado pela experiência de jogo – não precisando ser necessariamente educativos para trazer benefícios aos jogadores.
 
Os palestrantes são James Portnow, game designer norte-americano, ex-Activision (série Call of Duty) e mestre pela Universidade Carnegie Mellon; Volker Grassmuck, pesquisador de mídias digitais da Universidade Humboldt de Berlim e organizador do evento Wizard of OS; Guilherme Xavier, game designer e diretor de arte e design da Donsoft (Capoeira Legends); e Arthur Protasio, coordenador do projeto Game Studies do CTS/FGV.
 
A entrada é franca e o evento é aberto a todos os interessados, oferecendo especial interesse a universitários, entusiastas, jogadores, pesquisadores e desenvolvedores de jogos eletrônicos; assim como profissionais das áreas de educação e novas mídias.

07 de dezembro (segunda-feira) às 19h

FGV – Praia de Botafogo, 190 – 8º andar

Entrada franca

Atendendo às diretrizes da FGV, não será permitida a entrada de pessoas trajando bermudas e/ou chinelos

Não haverá tradução simultânea das falas em inglês

CT2e – Um editor para Captain Tsubasa 2 (NES)

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Captain Tsubasa
Essa história começa em 199X, não lembro mais o ano… mas lá ia eu para a locadora de jogos de nintendinho ver as novidades. Era do pai de um amigo do amigo que trazia os cartuchos (que as vezes ainda eram chamados de fitas) do Paraguai. Era um jogo de futebol diferente misturado com RPG e anime, onde só se via um jogador de cada vez e era todo em japonês. Mesmo assim o gráfico, a música e acreditem os “filminhos” (agora chamados de “cut-scenes”) cativaram todos nossos amigos.

Pouco tempo depois, 1 ou 2 anos no máximo, saiu o segundo jogo da série. O Captain Tsubasa 2, que além de ser muito melhor em todos os aspectos do que o primeiro, guardadas as suas limitações talvez tenha sido o melhor de toda a série feita pela Tecmo (que teve versões para Gameboy, Mega CD e Super Famicom) antes que a Konami destruísse a franquia transformado-a num jogo de futebol normal como qualquer outro.

Jogamos o CT2 durante anos a fio e quando não havia mais nada para descobrir tentamos achar macetes (os “cheats” da revistas). Na época não existiam revistas nacionais de videogame e com muita sorte (e dias do dinheiro do lanche economizado) era possível comprar uma revista importada. Então eu descobri a existência do Game Genie. Um aparelho que se encaixava no cartucho antes de coloca-lo no vídeo game e possibilitava a alteração do jogo através de códigos.

GameGenieNES

Eram horas inteiras desperdiçados colocando códigos aleatórios e esperando que algo acontecesse de interessante no jogo. Até que o código “NYYVZO” foi encontrado. Com essa combinação de letras era possível alterar o jogador do seu time por um do time inimigo, um efeito impossível no jogo normalmente. Na época eu não tinha nenhuma idéia sobre programação e nem mesmo o que seria o “engine” de um jogo, mas sempre imaginei se não era possível modificar o time inteiro através de códigos no Game Genie.

Anos se passaram e um dia desses resolvi procurar sobre isso na net e percebi que muita gente estava alterando “save states” de emuladores e assim modificando o estado das instruções na RAM virtual do console para fazer coisas com o meu Game Genie fazia há mais de 10 anos atrás.
Então realizei “Se pode ser feito na RAM, por que não na ROM do cartucho?” Nascia assim o CT2e!

Coloquei um vídeo no YouTube, o arquivo no rapidshare e hoje compartilho aqui com todos os Lunáticos!

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