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	<title>Os Lunáticos &#187; Projeto de Lei do Senado 170</title>
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	<description>TI é aqui!</description>
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		<title>Games e a Legislação Brasileira &#8211; Carta da Abragames</title>
		<link>http://oslunaticos.com.br/2009/12/games-e-a-legislacao-brasileira-carta-da-abragames/</link>
		<comments>http://oslunaticos.com.br/2009/12/games-e-a-legislacao-brasileira-carta-da-abragames/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 10:53:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felippe Montez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Abragames]]></category>
		<category><![CDATA[Censura]]></category>
		<category><![CDATA[Classificação Indicativa]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Proibição]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei do Senado 170]]></category>
		<category><![CDATA[Valdir Raupp]]></category>
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		<description><![CDATA[A Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos) divulgou uma carta se manifestando contra o projeto de lei 170/06 do Senado, do senador Valdir Raupp (PMDB). Já falamos sobre o assunto aqui (clique para ver o post com os detalhes do projeto de lei). Leia a carta divulgada pela Abragames: &#8220;Carta aberta à população [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana; font-size: x-small;">A Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos) divulgou uma carta se manifestando contra o projeto de lei 170/06 do Senado, do senador Valdir Raupp (PMDB).</span></p>
<p><span style="font-family: verdana; font-size: x-small;">Já falamos sobre o assunto aqui (<a title="Games e a Legislação Brasileira" href="http://oslunaticos.com.br/2009/12/games-e-a-legislacao-brasileira/" target="_blank">clique para ver o post com os detalhes do projeto de lei</a>).</span></p>
<p><span style="font-family: verdana; font-size: x-small;">Leia a carta divulgada pela Abragames:</span></p>
<p><span style="font-family: verdana; font-size: x-small;"><em><strong>&#8220;Carta aberta à população brasileira sobre o PLS 170/06.</strong></em></span></p>
<p><em>A <strong>Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos</strong> (Abragames), como representante do setor de produção de jogos no Brasil, sente-se no dever cívico de protestar contra a potencial censura dos jogos digitais proposta pelo projeto 170/06, de autoria do excelentíssimo senhor Senador Valdir Raupp, do Estado de Rondônia, aprovado pela Comissão de Educação (CE) e encaminhado para votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal. Como publicado em 01 de Dezembro no sítio do Senado Federal e amplamente divulgado por veículos especializados no Brasil e no mundo, o projeto &#8220;torna crime a fabricação, importação ou distribuição dos jogos considerados ofensivos&#8221;.</em></p>
<p><em>Esta carta tenta esclarecer quatro pontos a respeito do projeto:</em></p>
<p><em>- primeiro, de que o discurso <strong>ignora a criação artística em jogos digitais</strong>, tratando-os de forma diferente de outras mídias, como por exemplo filmes, livros, música e emissões de televisão; segundo o Artigo 20 da Lei 7716, de 5 de janeiro de 1989, que o projeto propõe alterar, a prática de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional já é crime caso cometida por intermédio de meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza;</em></p>
<p><em>- segundo, parece-nos que, em função do julgamento das obras de arte em questão, o projeto pode ser <strong>contrário</strong> aos parágrafos IV, VIII e IX do Artigo 5º da <strong>Constituição Brasileira</strong> de 1988, que somam a indicar a liberdade de expressão, da manifestação do pensamento, da crença filosófica ou política e da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação; ou seja, há o risco de que o projeto abra margens para a prática de censura no País;</em></p>
<p><em>- terceiro, o projeto parece desconhecer ou crer insuficiente que jogos, assim como qualquer obra audiovisual publicada, <strong>já recebam no Brasil eficiente classificação</strong> indicativa, fornecida pelo <strong>Ministério da Justiça</strong>, por meio de seu Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação;</em></p>
<p><em>- quarto, <strong>o projeto é sobretudo ineficiente para o fim que propõe</strong>, pois parece desconhecer o mercado de jogos digitais no Brasil ao tentar tornar crime trabalhos que, em apenas seis por cento (6%) dos casos, segundo estimativas da própria Abragames, são atividades legais. Ou seja, estima-se que noventa e quatro por cento (94%) do comércio de jogos no Brasil já seja atividade ilegal, por se tratar de pirataria ou importação não registrada. Neste caso, o projeto tenderia a reduzir de seis por cento de a zero por cento a atividade legal para os jogos (correta ou incorretamente) julgados, o que na prática não reduziria o consumo de tais produtos no Pais, mas poderia aumentar o volume absoluto de produtos ilegais consumidos.</em></p>
<p><em>Em nome da Indústria Brasileira, afirmamos que o objetivo é de fato respeitar a Constituição e cada uma das Leis de nosso sistema regente. No entanto, é nosso receio que a má interpretação do texto em questão possa gerar censura. Vale lembrar que a simples divulgação de nota sobre o projeto pela imprensa internacional já dificulta a ação de exportação da Indústria Brasileira de Jogos Digitais, essencial para a manutenção de importantes empregos e geração de valores no País. Pelos argumentos listados, a Abragames solicita aos Senhoes Senadores, em especial aos senhores relatores do projeto na CCJ que não dêem suporte ao projeto. A comunidade de produtores de jogos entende que as atuais regras colocadas pela Lei 7716 de 1989 já são suficientes para evitar a discriminação ou reconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.</em></p>
<p><em>Com agradecimentos, subscreve-se em nome da Abragames com muita consideração,</em></p>
<p><em>André Gustavo Gontijo Penha<br />
Vice-presidente de Relações Públicas, Abragames.&#8221;</em></p>
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		<title>Games e a Legislação Brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 19:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ask</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Assassin's Creed]]></category>
		<category><![CDATA[Diablo]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei do Senado 170]]></category>
		<category><![CDATA[Valdir Raupp]]></category>
		<category><![CDATA[Videogames]]></category>

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		<description><![CDATA[A notícia pode ser antiga (G1 &#8211; 02/12/2009) e o projeto de lei mais ainda (2006), mas fiquei sabendo disso somente hoje, por outro Lunático! e resolvi averiguar&#8230; Lembrem desse rosto, Valdir Raupp quer acabar com a forma com a qual jogamos videogames hoje. Não sei nem por onde começar, tal &#8220;Projeto de Lei&#8221; em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia pode ser antiga (<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Games/0,,MUL1400477-9666,00-PROJETO+DE+LEI+EQUIPARA+GAMES+OFENSIVOS+A+CRIME+DE+PRECONCEITO.html">G1 &#8211; 02/12/2009</a>) e o projeto de lei mais ainda (<a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=77940">2006</a>), mas fiquei sabendo disso somente hoje, por outro Lunático! e resolvi averiguar&#8230;</p>
<p><img alt="Valdir Raupp" src="http://www.senado.gov.br/web/senador/valdirraupp/img/anszmu.jpg" width="259" height="176" align="left"/> Lembrem desse rosto, Valdir Raupp quer acabar com a forma com a qual jogamos videogames hoje.</p>
<p>Não sei nem por onde começar, tal &#8220;Projeto de Lei&#8221; em suas &#8220;numerosas&#8221; 5(!) páginas propõe fazer um estrago absurdo na maneira em que conhecemos o entretenimento digital atualmente.</p>
<p>A Alteração da redação do §2 do Art. 20 da Lei 7.716/89 deixa para livre interpretação o que seriam &#8220;videogames ofensivos&#8221;. Afinal será que o ofende você ofende a mim ? Quem será consultado ? Os juízes terão que analisar caso a caso uma vez que o sistema judicial brasileiro não é como o americano onde a jurisprudência é absoluta?</p>
<p>O mesmo parágrafo prevê uma pena de RECLUSÃO para àquele que incorrer na falta&#8230; Como comentar sobre isso? O fato de alguém ter um videogame em sua residência para uso pessoal, que não esteja diretamente atingindo ou prejudicando direitos fundamentais de terceiros (antes que falem que os pedófilos também podem usar essa desculpa, nem ousem a comparar jogos de videogame com pedofilia), essa pessoa poderá ser presa e passar de um a 3 anos na cadeia! Se eu estiver numa LAN House (§3) é pior ainda! A pena vai de 2 a 5 anos!</p>
<p>Se esse PL passar, espero que não comecem a fazer isso com programas de comédia, documentários, terei que ir ao Paraguai para jogar Assassin&#8217;s Creed II!</p>
<p>Agora vamos mandar muitos e-mails para a Blizzard para que Diablo III saia logo. Antes que me proíbam de jogá-lo&#8230;<br />
Por via das dúvidas, como não quero ir pra cadeia,  me cadastrei no site do senado e estou acompanhando o andamento da &#8220;matéria&#8221; e separando meus jogos, tirando os FIFAs da vida sobram poucos, para serem destruídos!</p>
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